Perdições humanas
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
terça-feira, 4 de setembro de 2012
09 de Setembro de 2008
5:45, o sol está nascendo, lembro-me, dos meus bons tempos, infelizmente, o tempo não volta...Ele apenas continua em frente, com ou sem você...
Tudo começou no fim de uma segunda feira de setembro, tipicamente normal até então, meu avô voltou para casa reclamando de dores estomacais, antes de ir ao hospital ele me pediu para colocar o lixo na rua e eu não fiz isso, me arrependo profundamente e me julgo egoísta por não ter feito isso, ele saiu em direção da rua com as sacolas de lixo na mão, eu perguntei se ele queria que eu levasse, ele disse que não. (Essa foi a 'última' vez que eu falei com ele)
Por volta das 22 hrs, meu tio e minha avó voltaram do hospital, meu vô tinha ficado internado....não sei explicar direito, mas enquanto passava na TV 'Kung Fu Panda' eu me sentia cada vez mais incomodado com todos estarem tão calmos, mesmo com meu avô no hospital...eu só tinha 13 anos, não tinha cabeça pra pensar assim ainda....eu fui dormir com aquela sensação.
As 5:45, exatamente as 5:45 do dia 09 de setembro de 2008, recebemos a ligação do hospital, minha avô atendeu, e chamou minha mãe, deitada próxima de mim, levantou gritando e chorando...
...Eu já sabia o porque. Meu avô havia falecido, um pouco antes, ele teve uma parada cardíaca.
Imediatamente as batidas do meu coração aceleraram, duas, três vezes mais rápidas do que antes, a sensação de desespero, tristeza, alienação e solidão começaram a aparecer junto com as lágrimas e o sussurro "Vô, você não podia ter ido"....já eram 9 horas quando meu pai chegou com uma tia minha, que atualmente está em fase terminal de câncer, então eu saí do quarto, eles me viram e me abraçaram, eu não estava mais chorando, mas tenho certeza que estava com os olhos vermelhos de tanto chorar.
Eu agi de maneira calma, e sim eu estava calmo....
Cansei de digitar...quem sabe algum dia eu completo essa história real...
Tudo começou no fim de uma segunda feira de setembro, tipicamente normal até então, meu avô voltou para casa reclamando de dores estomacais, antes de ir ao hospital ele me pediu para colocar o lixo na rua e eu não fiz isso, me arrependo profundamente e me julgo egoísta por não ter feito isso, ele saiu em direção da rua com as sacolas de lixo na mão, eu perguntei se ele queria que eu levasse, ele disse que não. (Essa foi a 'última' vez que eu falei com ele)
Por volta das 22 hrs, meu tio e minha avó voltaram do hospital, meu vô tinha ficado internado....não sei explicar direito, mas enquanto passava na TV 'Kung Fu Panda' eu me sentia cada vez mais incomodado com todos estarem tão calmos, mesmo com meu avô no hospital...eu só tinha 13 anos, não tinha cabeça pra pensar assim ainda....eu fui dormir com aquela sensação.
As 5:45, exatamente as 5:45 do dia 09 de setembro de 2008, recebemos a ligação do hospital, minha avô atendeu, e chamou minha mãe, deitada próxima de mim, levantou gritando e chorando...
...Eu já sabia o porque. Meu avô havia falecido, um pouco antes, ele teve uma parada cardíaca.
Imediatamente as batidas do meu coração aceleraram, duas, três vezes mais rápidas do que antes, a sensação de desespero, tristeza, alienação e solidão começaram a aparecer junto com as lágrimas e o sussurro "Vô, você não podia ter ido"....já eram 9 horas quando meu pai chegou com uma tia minha, que atualmente está em fase terminal de câncer, então eu saí do quarto, eles me viram e me abraçaram, eu não estava mais chorando, mas tenho certeza que estava com os olhos vermelhos de tanto chorar.
Eu agi de maneira calma, e sim eu estava calmo....
Cansei de digitar...quem sabe algum dia eu completo essa história real...
domingo, 18 de março de 2012
JKiller A vida de uma assassino
JKiller A vida de uma assassino
Capítulo 1 - Um assassino
"Não sou doente. sou insano. Não sou malvado. Sou indiferente."
Eu tenho apenas 22 anos, moro sozinho no centro da cidade de São Paulo, aos 12 anos descobri algo sobre mim. Não, eu não sou gay, ou um tarado. sou um Serial Killer.
Sim, você leu certo. eu mato pessoas, varias...o motivo ? Leiam e descubram....
Ao chegar em meu trabalho o porteiro falou 'oi', eu confesso, tenho muita vontade de enforcá-lo até a morte. Já em meu escritório...
Oi - minha assistente diz, ela tem 19 anos, eu acho, tem por volta de 160 cm, e é ruiva - quer um cafezinho, sr. ?
Não - infelizmente tenho que ser educado - já tomei em casa...
Apenas quero - matar - um pouco de ar...Estou um pouco mal...
Sim, sim - ela já foi saindo de minha sala - qualquer coisa me chame...
Meu emprego é uma farsa, trabalho em uma empresa terceirizada de segurança, faço parte da diretoria da empresa...mas o que realmente faço é imaginar, planejar, ter orgasmos, pensando em meus próximos atos....
Eu nasci em um bairro da zona norte da cidade, estudei em uma escola publica onde sofria bully, aos 12 anos um garoto me atormentava, em uma sexta-feira, após a aula ele me disse que iriamos resolver isto no mano-a-mano, sem outras pessoas, me preparei.
Entrei na sala, ele estava lá, no meio em cima das carteiras, de mãos limpas...
Tomei coragem. e sem perda de tempo começamos a brigar, eu estava ganhando, então ele sacou um revolver calibre 38, eu paralisei totalmente. ele ameaçou atirar, em questão de segundos me acalmei, e pulei pra cima dele, ele me acertou um tiro de raspão no ombro. Mas continuei e tomei a arma das mãos dele, ele se rendeu, atirei em seu pé direito. ele começou a chorar, atirei em seu braço esquerdo. começou a se debater no chão. Finalizei com um tiro perfeito. Na testa.
Que mentira você (leitor) deve estar penando, é impossível se safar disso ! calma, dê tempo ao tempo...
Após dar o último tiro. percebi que minhas roupas estavam rasgadas e com sangue respingado. e as dele estavam totalmente ensanguentadas, o que pensei foi 'FUDEU', tive que fugir dali rapidamente, cheguei em casa minha mãe estava fora (pois ela era uma prostituta) troquei minhas roupas, juntei algumas trocas de roupa então fui procurar dinheiro, eu sempre soube que ela mantinha as economias em algum canto do guarda-roupa , achei incríveis 1.700 reais...só nota de 50 e 100...Então saí de casa...fui para um cortiço, o dono não queria me aceitar pela minha pouca idade, mas apó pagar três parcelas, ele aprovou. Aos 14 fui para a FEBEM, lá sofri muito, não matei por duros dois anos.Aos 16 cometi meu segundo assassinato, decidi que precisava de dinheiro, então segui uma idosa, até sua casa, chegando lá a parei em seu portão, com uma canivete cortei sua garganta, e peguei em sua bolsa 23 reais...Neste mesmo ano assassinei mais 5, e já comecei a me considerar um 'Serial Killer', após 7 mortes aleatórias, percebi claramente o tesão que eu sentia ao matar, decidi começar a me 'profissionalizar', e deixar uma marca...
Nas assassinatos 8 - 17 deixava as minhas vitimas com os tendões cortados, mas era muito pouco.
18 -31 eu fazia um enorme 'X' no peitoral e um 'Y' nas costas...eu seria 'XY'...e pensando bem, que tal um número...? que tal XX (20) ? não números são chatos...já sei minhas inicias, foi o que pensei...'J' no peitoral e 'K' nas costas...a partir do 38 mantive minha marca sendo um 'J' na pulso direito e um 'K' no esquerdo...após 23 mortes com esta marca, ganhei popularidade, e um nome 'JKiller', e comecei a ser temido e muito procurado, aos 21 comecei a baixar a bola pra não ser pego, um assassinato por mês...atualmente umas vez por bimestre é o bastante, aprendi com o tempo a controlar essa minha vontade...
Olho meu relógio, está na hora de ir para casa...
No caminho, estou em uma rua deserta do centra Paulistano quando encontro um homem embriagado...que oportunidade de ouro...
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Aguardem...
Contos são coisas fáceis de se escrever. Gasta pouco tempo...mas contos, como estes que eu escrevi, na minha opinião fazem a gente achar que está faltando algo...sabe...é bom, mas precisa de um começo de verdade e uma boa continuação...tenho trabalhado em algo, eu não considero um livro...mas digamos que é algo próximo disto...O nome será "Perdições Humanas"...começarei a posta-lo assim que já tiver pelo menos um capitulo completo...Aguardem-me meus caros leitores (que no caso não tenho ainda...mas um dia acho que terei...)...terá capa...e uma imagem por postagem...bem acho que é isso...
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Mar de suicídios

No metrô dois garotos conversavam com um menor...
- Ah, bonequinha, eu não gostei disso - disse o mais velho, deveria estar no segundo grau - só três reais pra nós dar ?
A criança estava segurando sua mochila, com todas as suas forças, como se fosse duas própria alma...Enquanto era empurrada para a parede eles continuavam.
- deixa eu dar uma olhadinha na sua mochila, vai... - disse o segundo, ele tinha a maior cara de sonso do mundo - A gente vai embora depois de conferir...
Enquanto isso, os estudantes que passavam por ali murmuravam "olha ali..."; "Tem alguém sendo enquadrado, olha lá"; "só finge que não tá vendo nada..."
A porta do metrô estava quase fechando, quando um estudante, do 1º ano, passou correndo pro lado de fora, com uma expressão de raiva. Ele já chegou dizendo
- É melhor vocês pararem de arrumar encrenca !
Ele foi respondido por altas risadas, eles riam como se aquilo fosse a melhor piada do mundo inteiro...
- Você de novo ? - o mais velho já estava irritado - vai embora, finja que não viu nada.
- Ah, desculpe - ele estava com um enorme sorriso - Eu não sou muito esperto então acho meio difícil conseguir fazer isso...
Todos riram juntos...Como se fossem amigos...
- John - gritou a criança- atrás de você !
Ele nem teve tempo de reação foi acertado nas costas e caiu, em seguida eles começaram a chutá-lo como se ele fosse uma bola de futebol
- MORRA DESGRAÇADO - eles gritavam enquanto o espancavam
Já na escola, a criança se desculpava...A enfermeira, tinha por volta de uns 50/60 anos e era uma mãezona pra ele, entrou e mandou ele cuspir dentro de um pote ele se recusou, ela o ameaçou dizendo que se ele não cuspisse seria expulso da escola por arrumar encrenca, quando ele cupiu saiu um dente e algumas gotas de sangue...Ele sorriu...E a enfermeira o abraçou
- Não precisa tentar ser forte o tempo todo - ela sabia que John tinha perdido seus pais quando criança, em um acidente de carro, onde só ele sobreviveu.
- É eu sei - ele estava sério...
Na escola boatos sobre John corriam feito atletas em maratona, alguns estudantes se perguntavam "Se ele é tão fraco, por que fica brigando o tempo todo ?"; "É que ele perdeu os pais, deve ser por isso que é tão violento..." enquanto ele almoçava sozinho em um canto do patio, ele pudia ouvir os outros estudantes falando sobre ele...
Em um único segundo, um trovão rasgou os céus, com a força de milhões juntos, fez a terra tremer, com um som tão alto que foi capaz de deixar John surdo por alguns segundos...
O céu ficou escuro após isso, tão de repente, na aula, John estava na janela, enquanto olhava para fora passou uma ambulância, já era a sétima...Ele lembrava da imagem de seus pais sendo velados...
Então o professor disse "Você tá dormindo John !?" a sala inteira riu da cara dele...Ele murmurou "Afe"...
Quando sentiu um choque em seu corpo, como se tivesse sido acertado por um relâmpago, por exatos dois segundos ele se sentiu no espaço, olhando para a terra. Em seguida soltou um grito, caindo no chão tremulo, todos olhavam com expressão de susto...ele se levantou e pensou "O que foi isso a-agora...!?"
Ele voltava pra casa enquanto pensava, os céus estavam ainda mais escuros, dava pra ouvir sons de ambulâncias bem longe, corvos rodeavam os céus da cidade...
- Aquela hora - falava pra si mesmo bem baixinho - foi como se alguma coisa tivesse caído em mim...e se espalhou completamente...Era a imagem do universo, eu acho...o que será que foi aqui- foi interrompido por um grito.
Um garota estava caindo na sua frente, ele se assustou, ela sorria para ele, e então pronto. ela acertou o chão em cheio, estava morta, havia sengue no rosto apavorado de John, as pessoas gritavam, mas só depois de 7 segundos ele reagiu...
- Hã ? - ele disse em um tom sereno..."Ah me sinto tão calmo", ele pensou quase sorrindo...
Alguns minutos depois, a ambulância já havia chegado e o enfermeiro dizia
- Você está bem, garoto ? - o enfermeiro tentava acalmar John, mas John já estava calmo - é normal depois de ver alguém se matando ficar assim...
- Eu... - ele murmurou - Olhei nos olhos dela...Então ela sorriu, Eu..Eu...Eu assisti ela morrer...E mesmo assim de repente me senti... - ele estava com a voz tremula - ...Tão bem...
- Moço, eu estou ficando maluco ? - o enfermeiro não sabia o que responder...
No rádio diziam "O governo já criou grupos de assistência, hã ? ah sim...Certo de acordo com as informações recentes, Os casos de suicídio não são algo regional, é em escala mundial...O enfermeiro logo tratou de mudar de estação...
No outro dia, John, ia pra escola, pensando por que aquela garota sorria tão calmamente...?
A criança que el tinha salvo ontem estava atravessando a rua quando ela caiu de joelhos no chão...Ele perguntou se ela estava bem, ela respondei que sim, e os dois decidiram almoçar juntos...Mas na hora do almoço a criança não compareceu, disseram a John que ela tinha ido no metrô com uns alunos mais velhos, John saiu correndo em direção ao metrô antes que fosse tarde de mais....
Ele correu ao máximo que pode e chagando lá...Sua expressão erra de medo e terror ao mesmo tempo...
A criança estava de joelhos, havia muito sangue por toda a parte, uma máquina de lanches estava destruída, haviam 7 estudantes caídos no chão, todos violentamente mortos.
- N-Não fui eu - a criança estava tremendo - não me olhe assim...
John já tinha passado por isso antes, quando seu pai espancou sua mãe até ela ficar em coma....
Então um mendigo começou a falar, "linda, está visão é muito linda", ele chutou a cabeça de um dos estudantes mortos...
- A diferença entre a vida e a morte enorme, mas estar vivo ou morto...a linha entre essas duas coisas é muito frágil - o mendigo então pegou pleos cabelos a única garota que havia entre os 7 mortos - é como uma estrada a se escolher, eu já ando na "estou vivo" há muito tempo...Eu agora preciso conhecer o caminho do "estar morto"...
O mendigo sorriu para John, e seguiu em direção aos trilhos, o som metrô se aproximava, só deu tempo de John gritar "espere !", O mendigo caiu na linha e foi morto eletrocutado, em seguida foi esmagado pelo metrô...
De joelhos, John disse.
- O que diabos está acontecendo !?
Este era apenas o segundo dia, esse pesadelo continuou por mais uma semana seguida, somente na região os números já representavam 13.239 mortes. No resto do mundo, essa série de suicídios estava muito pior...
A infância prematura e indecente
Naquele dia John, estava um pouco deprimido para ir à escola..
Isso por que a garota mais popular da classe, Morgan, ia se mudar para uma escola diferente.
Morgan, uma garota cheia de sarnas, orelhas grandes, e dentes tortos falou
- Eu nunca esquecerei o tempo que passei com vocês.
Na lousa da classe estava escrito "sejam amigos, sejam felizes", as palavras de Morgan foram respondidas com aplausos, muitos aplausos...John começou a gostar de Morgan a mais ou menos 6 messes, quando a viu chutando um gato na rua, e ela o disse "esse é o nosso segredinho, tá ?". Foi a única vez em que ela falou com ele, mas John decidiu que gostava dela.
"Quem imaginaria que uma manhã de segunda-feira seria tão chata sem a Morgan ali ?"
Pensava consigo mesmo, John, enquanto seus colegas conversavam sobre o que é "sexo"...Um deles perguntou, a John se ele sabia o que é "sexo"...Ele respondeu...
- Não...
Então seu colega disse
- É quando o menino coloca o pui-pui dele numa...
John, se assustou com a ideia, será que é possível algo assim existir ?
O professor entrou na sala
- Certo, certo, certo ! - balançando a cabeça feito um ponteiro de relógio - sentem-se crianças, como devem saber nossa amiguinha, se mudou pra outra escola... - ele dizia isso enquanto escrevia na lousa "B" - Mas já temos - "R" - Uma nova - "U" - coleguinha - "N" - de classe - "A", finalmente acabou de escrever, e escreveu "Bruna".
Então cruzou pela porta uma garota, cabelo castanho claro, sem um dente superior, ela deveria ter por volta de 10 anos, seus olhos grandes e verdes, fizeram John parar de pensar em "sexo", e começar a encara-lá
- Prazer, meu nome é Bruna, eu vim de outra escola, e vou estudar com vocês - disse a garota, que tinha uma voz suave e doce...
Foi amor à primeira vista.
Então o professor disse pra fazerem uma redação sobre seus sonhos...
- Não se limitem ao qo que vocês querem ser quando crescerem. Quanto maior, melhor o sonho, e sabem por que ? Simples, por que sonhos são livres ! - ele estava sorrindo enquanto dizia estas palavras, mas dava para perceber, que suas roupas velhas diziam o contrário...
Depois da aula John, decidiu segui-lá...Por um quarteirão, mas percebeu já tinham se passado 6 quarteirões, quando ela virou o rsoto para traz e perguntou
- Ei. por que tá me seguindo ?
John foi descoberto ! ele não teve reação, se escondeu rapidamente, enquanto ela completou
- Eu vou chamar a policia !
John tremeu de medo e acabou caindo de bunda no chão, então ela se aproximou
- desculpa - ela disse com sua voz suave - eu estava brincando...Você é da minha classe, né ? - ele caminharam juntos enquanto el dizia que queria se tornar uma modelo...Quando John chegou em sua casa ele se sentiu acabado, pois ela era tão incrível, enquanto ele não disse uma palavra.
John começou a imaginar que tipo de adulto ele seria, ele logo ficou deprimido com a ideia, ele sabia que seria apenas mais trabalhador de um salário mínimo, ele estava prestes a chorar...mas conteve suas lágrimas. Seu pai estava assistindo futebol, sua mãe estava lendo.
- Me traz uma cerveja, mulher ! - disse pai de John
- ...Não tem nenhuma na geladeira... - a mãe de John nem parou de ler para responder.
- ..Nenhuma...!? - o pai de John se levantou - NÃO ME DIGA QUE NÃO TEM NENHUMA, SUA VADIA ! ! !
Eles começaram a discutir, e logo a brigar. Mas John já estav acostumado com aquilo
Então ele rezou para Deus. "querido Deus, que brilha-brilha lá no céu", ele havia aprendido isto com seu tio Edu. E ali estava ele, deus.
Ele apareceu na janela de John, com um sorriso de orelha-a-orelha, ele estava com seu óculos quebrado, e seu cabelo "black-power" estava mal penteado, igual a sua barba...
- O que você pediu a Deus, John ?
John fez uma pergunta a Deus, "será que papai e mamãe poderiam ser legais um com o outro de novo ?"
- Sabe colega, Deus já está cansando deste assunto - deus respondeu com um tom tão forte quanto um trovão - quer perguntar outra coisa !?
- Que tipo de adulto eu serei..? - ele murmurou.
- hmmmmm, hmmmmm... - deus estava pensando... - Meu caro, leve o que quiser para pensar nisso, todas as possibilidades do mundo são possíveis ...
John ? - era seu pai, e ele estava com uma mancha roxa no olho esquerdo, e vários arranhões no rosto...
Eles conversaram durante muito tempo, sobre várias coisas...
No dia seguinte, eram 6:17, John se levantou de sua cama, foi para a cozinha comer, mas antes de chegar lá...
A casa estava destruída, tudo quebrado.
John - disse seu pai - tenho uma más noticias.....um ladrão entrou aqui em casa.
A mãe de John estava no chão caída sobre uma pequena poça de sangue, com uma ferida na testa bem grande e feia...
John, eu juro, estou dizendo a verdade, um ladrão entro mesmo aqui. você acredita em mim, não acredita ?
John não tinha reação.
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